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GALERIA

CHÃO DE FÁBRICA

SÉRIE EM DESENVOLVIMENTO

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A obra se constrói a partir de uma superfície repetitiva que, à primeira vista, sugere ordem. Ao se aproximar, surgem variações, acúmulos e desvios que tencionam essa estrutura. As marcas pictóricas operam como registros dispersos, evocando múltiplas presenças. Aponta para aquilo que permanece mesmo quando o sistema tenta uniformizar.

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Aqui, a repetição se impõe de forma mais contínua e silenciosa. A superfície se aproxima de um campo fechado, onde o sistema parece operar sem interrupção.
A presença da manta impermeabilizante reforça a ideia de contenção e isolamento, como se a própria imagem fosse vedada. O trabalho se sustenta nessa densidade: um espaço onde quase nada escapa, mas onde ainda é possível perceber tensões internas.

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Nesta obra, a superfície repetitiva é atravessada por uma aparição difusa, quase fantasmática. A figura não se afirma totalmente, mas também não desaparece.
O título remete à ideia de registro, numeração, identificação — procedimentos que transformam o indivíduo em dado.
“Matrícula 347” se constrói nesse tensionamento: entre presença e apagamento, entre o corpo e o sistema que tenta absorvê-lo.

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